Sou a Ddaniela Aguilar, artista visual. Minha trajetória artística é caracterizada pelas interseções e conexões entre a arte e o design. Coleciono coletar memórias de sonhos oníricos e desejos, que a princípio seriam descartados, e que através de ações interativas próprias ou coletivas, são revistos e amplificados em pinturas e objetos.
Desde 2007, venho desenvolvendo ações e instalações baseadas em memórias de sonhos oníricos e desejos em um projeto artístico chamado “Sonhos Mutantes”. A partir das experiências e percepções das pessoas que participavam dessas ações, surgiu a ideia de hibridizar sonhos e histórias com elementos da cartomancia, criando um recorte que permitisse dimensionar o que reverberava além das questões iniciais. Em 2011, inspirado no Le Petit Lenormand, um oráculo que remonta ao século XIX e através de um estudo em parceria com a pesquisadora em cartomancia Sonia Fariah iniciei a construção do Le Petit Dassine. As cartas foram ilustradas a partir das referências dos emblemas do Le Petit Lenormand as quais adicionei fragmentos de pinturas, desenhos e percepções de acordo com minhas vivências relacionadas a simbologia dos sonhos. Em 2016, apresentei este projeto ao público através da Exposição “Le Petit Dassine-Caminhos: Escolhas e Destino”, na Galeria Mônica Filgueiras, em São Paulo, SP e na Galeria Gamma, em Maceió, Al.

O Oráculo Le Petit Dassine é um objeto múltiplo, impresso em papel cartão a quatro cores e detalhes em dourado. O deck contém as 39 cartas, com dimensão 7 x 12 cm cada e acompanha um livreto de 92 páginas e lenço com impressão do Grand Tableau, para a realização das leituras.
Acredito no sistema oracular como uma poderosa ferramenta para auxiliar na decodificação dos processos contínuos dos nossos campos frequenciais e energéticos bem como para acrescentar clareza às camadas que constituem o nosso viver. Estas anotações aqui compõem uma base bem interessante que já possibilita se familiarizar com o Le Petit Dassine. Ao longo do tempo pretendo ir disponibilizando e adicionando mais detalhes e visões sobre a leitura das cartas.
Sejam, portanto, todos bem-vindos e apreciem o caminho,
“…E se eu tirar duas cartas, representa escolha ou destino?
A cartomancia é um tipo de oráculo que sempre esteve presente em grande parte do imaginário coletivo humano. Embora muitas vezes velada, espalhou-se através das ondas migratórias que movimentam as pessoas ao redor do mundo. Como sistema simbólico, a cartomancia instiga e permite a travessia do tempo, revelando o que ainda não foi mostrado. O Lenormand é trama entrelaçada sobre fios antigos, vindos da antiga tradição da leitura da borra do café, das rotas e de culturas ancestrais. O Le Petit Dassine é uma padronagem de referências. Seus significados se transformam quando cercadas por outras cartas, cooperam entre si, se hibridam, atravessam dimensões e se adaptam às narrativas. Com o Le Petit Dassine, aprende-se que o contexto e o tempo influenciam quase tudo. Através de imagens, os processos contínuos e repetitivos dos nossos campos de frequências podem ser observados entre nuances e detalhes, abrindo novas leituras dos sentimentos e sensações que envolve tudo, desde os significados dos sonhos oníricos às percepções cotidianas.
A teoria dos campos mórficos, proposta pelo biólogo Rupert Sheldrake, sugere que todos os seres e sistemas têm um “campo de memória coletiva” que influencia comportamentos, formas e até o desenvolvimento da consciência. Sistemas oraculares podem atuar como ferramentas para interpretar os campos, pois ambos envolvem a ideia de padrões energéticos ou informacionais que conectam tudo no universo. Também podem ser vistos como mecanismos para acessar o que Carl Jung chamou de inconsciente coletivo, que é composto por arquétipos e padrões que estão presentes em todos os seres humanos. O uso de oráculos também serve como um exercício de amplificação da intuição. Ao acessar informações além da lógica e do raciocínio consciente, inicia-se um processo de sincronizar os sentidos, decifrar sinais e labirintos. Isso pode levar a uma dinâmica em que as combinações de cartas são interpretadas permitindo que desenvolvam narrativas que vão além dos significados estabelecidos, refletindo os desafios e questões atuais.
As cartas do Le Petit Dassine não requer memorização , mas a união da observação das imagens e dos significados, que, logo, aliados à intuição, permitirá perceber os detalhes e sutilezas em cada leitura.


Carta OO – DASSINE (A LUPA). Quando ela aparece no jogo, sempre terá que adicionar mais uma carta. Significa que existe algo além que deverá ser observado com mais detalhe e precisão. É interessante deixar uma pergunta em aberto, para que as respostas possam se apresentar.
Carta 1. O CAVALEIRO. Simboliza O Mensageiro. A primeira carta, o número 1 ( 9 de Copas) , o inicio da narrativa . O caminho que possibilita diferenciar sonhos reais de sonhos devaneios. Qual a primeira pergunta? Qual a principal causa? Qual o principal efeito? O que escolho vivenciar?
Carta 2 .O TREVO. Simboliza A Sorte. A segunda carta, o número 2 [6 de Ouros]. A sorte nas pequenas coisas. A sorte que caminha lado a lado com a alegria do viver o dia a dia, com presença e confiança em si mesmo. Aqueles momentos em que acionamos o Divino e entramos em harmonia /equilíbrio com o todo.
Carta 3. O NAVIO. Simboliza as águas internas, as emoções. A terceira carta, o número 3 (10 de Espadas). Reino de Netuno e Posseidon. Navegar é partida e também chegada. E viajar permite as variantes do tempo . O que levar? O que deixar? O que trazer? O que experienciar? O que adicionar? O que ressignificar?
[Carta 4].A CASA. Simboliza o lar. A quarta carta, o número 4 [2 de Copas]. O espaço que abriga os afetos . Quando as variantes do tempo são abraçadas em aconchego, carinho e propicia aberturas para um coração festivo.
[Carta 5]. A ÁRVORE. A quinta carta, o número 5 [7 de Copas]. Simboliza a guardiã das memórias dos ciclos vitais. O conhecimento ancestral, a estrutura familiar, a saúde mental e física, os sonhos e o que conduz a construção das generosidades.
[Carta 6]. AS NUVENS. A sexta carta, o número 6 [2 de Paus]. Simboliza o tempo das coisas. Quando a clareza não se apresenta , acalmar com silêncio e intuição. A observar se está nublado para se proteger do sol intenso, se é formação de uma tempestade ou uma chuva benfeitora. Por sorte, as nuvens são passageiras.
[Carta 7]. A SERPENTE. A sétima carta, o número 7 [2 de Paus]. Simboliza energia concentrada em paixão. O alerta é o cuidar do inesperado. A escolher para onde fixar a intenção do olhar. O Poder. Armazenar estratégias em recipientes que contenham os elementos primordiais em estados flexíveis, que podem dilatar-se ou contrair-se.
[Carta 8]. O CAIXÃO. A oitava carta, o número 8 [9 de Ouros]. Simboliza o ciclo contínuo de finalização e renovação. As diferenças e as similaridades. O Infinito em movimento observado. Dormir/acordar .Sonhos/realidades. Desejos/realizações. E a perguntar sempre nos impulsos do caminhar: o ontem e o amanhã, o aqui e o agora, se faz destino ou livre-arbítrio?
[Carta 9].O BUQUÊ. A nona carta, o número 9 [2 de Espadas]. Simboliza a força criativa pronta a emergir. Como as flores, há de ser e perceber o sutil para receber o orvalho. E colorir a vida, onde o contínuo estado de presença faz -se ABRACADABRA e fixa as tonalidades translúcidas.
[Carta 10]. A FOICE. A décima carta, o número 10 [2 de Ouros]. Simboliza corte e [ou] colheita. Tudo está pronto e é manifestado. – 1234567890- . A partir de agora, o jogo se apresenta com mais escalas nas tonalidades. A combinação de dois números requer ser aprendiz e mestre ao mesmo tempo.
[Carta 11].O CHICOTE. A décima primeira carta, o número 11 [2 de Paus]. Simboliza o desafio do caminho interno. A energia vital encarando todos os questionamentos, desejos e jogos do ego. O número 11 está associado como número mestre (11/22/33/44). 11 é potência ativada para explorar frequências produtivas. Convém estar sempre atento em exercitar a ação de ressignificar os pequenos, grandes ou gigantes julgamentos que visitam o cotidiano.
[Carta 12]. OS PÁSSAROS. A décima segunda carta, o número 12 [7 de Ouros]. Simboliza a fluidez. Observar passarinhos e águias. “Se muito caminhei, agora é um tempo para voar”. 7 de ouros convida a um descanso momentâneo. O 12 também pode estar em 3 [1+2] que faz estalar 123! ABRACADABRA!
[Carta 13]. A CRIANÇA. A décima terceira carta, o número 13 [2 de Espadas]. Simboliza a descoberta de algo novo que se inicia. A trilha oferece várias direções, alternando caminhadas, corridas e escaladas. Faz bem pausar de vez em quando para olhar os mapas, guias, rotas, roteiros e circuitos. 13 pode conter 4[1+3]. A sorte está lançada.
[Carta 14]. A RAPOSA. A décima quarta carta, o número 14 [9 de Paus]. Simboliza Alerta!!!!! Narciso encantado se espelha por toda parte. Esopo, em uma de suas fábulas, narra que a raposa ao não conseguir alcançar as uvas maduras diz que nao mais a interessavam porque estariam verdes. Eu sempre achei que a raposa, muito esperta, desdenhou porque tinha certeza intuitiva que outros vinhedos apareceriam pelo caminho e com parreiras frondosas mais acessíveis de desfrutar. 14 poderia também ser um 5[1+4] para conquistar o modo observador e aventurar-se a lidar com as multidimensionalidades.
[Carta 15].O URSO. A décima quinta carta, o número 15 [10 de paus]. Simboliza a grandeza. Quando nos inteiramos que temos força e capacidade armazenadas. Atenção ao gerenciamento e distribuição destas grandezas. Convém se apoiar em um sábio equilíbrio, para não ceder aos impulsos do poder e acumular energias em excesso. 15 é sedução, mas, também possui em frequência a camada 6 [1+5] que é coração. O suavizar ao se absorver da paisagem.
[Carta 16]. AS ESTRELAS. A décima sexta carta, o número 16 [6 de Copas]. Simboliza as possibilidades infinitas. Na imensidão das galáxias que estamos inseridos, acessamos estados de consciência e inteligência fora do espaço-tempo mitológico. Aqui, os territórios são labirintos mutantes, com várias portas codificadas com regências e saberes que associam o real ao imaginário. O 16 como potência 7 [1+6] traz o sagrado e o 6 de copas é um coração aberto para sentir e viver .
[Carta 17]. A CEGONHA. A décima sétima carta, o número 17 [2 de copas]. Simboliza os projetos- vida como obra-prima. A espera da roda do tempo dos resultados dos sonhos em diálogo com a amplitude das escalas e as densidades do espaço . Solarizar, matizar e mesclar. Presença e consciência da criação contínua trazem certezas e esperanças. 17 tem projeção 8[1+ 7]. O número 1 vibra com o Sol e o número 7 com o planeta Netuno. E o número 8, vibra com o planeta Saturno. Confirma uma interessante combinação de valor pessoal com intuição que possibilita gerar aprendizado através da experiência, paciência e responsabilidade.
[Carta 18]. O CÃO. A décima oitava carta, o número 18[10 de copas]. Simboliza a fidelidade e o amor incondicional. Momento de viver as vontades em segurança. Alerta: nossos sentidos conhecidos acompanham a intuição perceptível. Nossos outros inúmeros sentidos ainda a reconectar, guiam os fractais destas intuições. 18 encontra a revelação em 9[1+8]. Início, meio e fim. Início, fim [e o meio].
[Carta 19].A TORRE. A décima nona carta, o número 19 [6 de espadas] . Simboliza o “self”. A longevidade a ser conquistada. Construir castelos, com quantas janelas e portas? Que tipo de estrutura vou buscar e conectar? Pedra, tijolo, madeira, papel, ar, fogo, terra, água, sons, fractais, frequências, cristais, lasers, plasmas? A liga dos elementos afins coordena e revela o destino. Se olhamos para além do castelo, existem paisagens a surpreender. 6 de espadas diz sobre manter o equilíbrio e ter a lógica e a intuição. 19 será 10 [1+0], quando o vazio é conscientemente o todo preenchido.
[Carta 20].O JARDIM. A vigésima carta, o número 20[8 de Espadas]. Simboliza a comunicação. Um jardim pode ser constelações, planetas, países, cidades, casas, seres de todas as espécies e formas. O ecossistema em todas as direções com as surpreendentes camadas e variações dos “Efeitos borboleta”. Palavra é ouro e daí nosso diário conviver – o exercício constante entre limite e expansão da composição que forma o existir. 8 de espadas alerta para não dar asas aos medos. 20 reduzido ao número [2] vibra com o mundo da imaginação e dos sonhos-desejos.
[Carta 21]. A MONTANHA. A vigésima primeira carta, o número 21[8 de Paus]. Simboliza limites a navegar. O cardíaco abre a informação primordial. Nao ter pressa. Se preparar para escalar, contornar, retornar, pausar, buscar outros caminhos… 8 de Paus poderá também se apresentar como o “gênio da sorte”. 21 é um número de recompensas. como 3 [2+1] é a conclusão de longas iniciações.
[Carta 22]. OS CAMINHOS. A vigésima segunda carta, o número 22 [Rainha de Ouros + 2 de Ouros] Simboliza os caminhos. Com tantas possibilidades, o destino é escolha: Atravessar, apreciar a paisagem, se perder na atmosfera e nas nuvens, voar além e tocar as estrelas, percorrer uma estrada sinuosa, escalar montanhas e cumes, nadar em rio cor de mel e navegar mar de ondas gigantes. *bailar, dançar, bailar* caminhar contando passo, caminhar cantarolando e apreciar o caminhar. São escolhas. [Rainha de Ouros convida a abundância e o 2 de ouros alerta equilíbrio].
[Carta 23]. OS RATOS. A vigésima terceira carta, o número 23 [7 de Paus]. (Os ratinhos, estes que nos alerta!!!) Simboliza revisão das escalas de frequências. O que se perdeu e não foi percebido? Onde a energia está sendo posta? Hora de rever e reverter o caos, cuidando e organizando os detalhes do dia a dia. Porque em 23 temos um número de recompensas, sorte e sucesso. Em 5 [2+3], todas as possibilidades presentes.7 de Paus, a coragem e ferramentas para lidar com os desafios.
[Carta 24]. O CORAÇÃO. A vigésima quarta casa, o número 24 [Valete de Copas e o 2 de Copas]. Simboliza o Amor. Amar, amar e amar imensamente e intensamente. O coração que palpita, expande, chora, ri, abraça, emociona … O sentir amado. O ser amado. O bem querer. O infinito interno. 2 de Copas é Cupido e Psiquê. Valete de Copas diz para ter sempre fé. 24 pulsa em 6[2+4] que é número dos sonhos e desejos .
[Carta 25]. O ANEL. A vigésima quinta carta, o número 25 [ÁS de Paus]. Simboliza compromisso. Forma e conteúdo buscam simbiose contínua. Representa a união e os entrelaçamentos que trafega nas camadas de cada história vivida em si mesmo, em conjunto ou no coletivo. Ás de Paus é energia. 25 é 7[2+5] em toda a sua extensão (e escalonamentos da intuição) quando decidimos viver o imaginário de nosso diário escrito.
[Carta 26]. O LIVRO. A vigésima sexta carta, o número 26 [10 de Ouros]. Simboliza o conhecimento. E representa os segredos. Livros são guardiões das memórias.. Edições exclusivas, numeradas, em série, coloridas, duotone, preto e branco. A escrita e a leitura contorna as espirais – reluz o passado, o presente e o futuro. 10 de ouros vale vida longa. 26 enquanto 8[2+6] ensina infinitos.
[Carta 27]. A CARTA.A vigésima sétima carta, o número 27 [7 de Espadas]. Simboliza a própria carta e os segredos. Os meus, os seus, o do coletivo, o do universo. O que eu guardo a 7 chaves e não conto a mim mesmo? E se abrir estas chaves, como será atuar com novas versões de minhas emoções, sentimentos e razões? Escolheria ler em forma de tragédia, drama ou comédia? Escolheria transformar em poema ou poesia? Ao abrir segredos e ressignifica-los, uma nova frequência se apresenta e o caminho ganha contornos que podem sim, surpreender para melhor. 27 é número de sorte e como 9[2+7], finitude e recomeço. 7 de Espadas alerta novamente para sempre ter atenção e cuidado com as palavras ditas e as guardadas a 7 chaves.
[Carta 28]. O CAVALHEIRO. A vigésima oitava carta, o número 28 [Ás de Copas]. Simboliza a energia masculina. A força yang, solar. Cada ser carrega um mundo próprio para criar e compartilhar simbioses em micro e macro universos. A presença no agora é chave mestra para decorrer o “fio de Ariadne” que auxilia transitar com consciência nos labirintos que compõe o tecido cósmico. 28 é força duplicada e quando 10[2+8:10] e 1 [1+0:1] presença e autoconfiança. Ás de copas condensa coração e razão.
[Carta 29]. A DAMA. A vigésima nona carta, o número 29[Ás de Espadas]. Simboliza a energia feminina. A força Yin, lunar. Cada ser carrega um mundo próprio para criar e compartilhar simbioses em micro e macro universos. A presença no agora é chave mestra para decorrer o “fio de Ariadne “que possibilita transitar com consciência nos labirintos que compõe o tecido cósmico. 29 é desafio e enquanto 11 [2+9] se torna número mestre indivisível. Ás de Espadas abre clareza e comunicação.
[Carta 30].OS LÍRIOS. A trigésima carta, o número 30 [o Rei de Espadas e o 2 de Espadas]. Simboliza sabedoria e renovação. A serenidade para escolher o caminho.. A visão de longo alcance. 30 está em sintonia com 3[3+0] que perspectiva o desejo de transformar. Alerta: Rei de Espadas gosta de se vestir de poder intelectual e experiência de vida. Dois de Espadas diz que a escolha é o mistério que reina – dizer sim ou dizer não. Vai depender de quanto de intensidade [e] coragem [e] sorte [e/de] desejo a conquistar.
Carta 31. [O SOL]. A trigésima primeira carta, o número 31 [ÁS de Ouros]. Simboliza o esplendor, a luz. Somos parte do sistema solar. Ser solar está relacionado a felicidade e a alegria de viver com consciência no agora. 31 é número de ação. Quando 4[3+1] abre conhecimento para navegar labirintos. Labirintos são nossos mapas sinuosos, curvas, sem saída, com saída, retornos, contornos e também estradas retas onde a linha do horizonte é surpresa. ÁS de Ouros é promessa de sucesso.
[Carta 32]. A LUA. A trigésima segunda carta, o número 32 [8 de Copas]. Simboliza os movimentos sutis. As dimensões visíveis do tempo: Tempo de planejar e iniciar- lua nova. Tempos de atuar – lua crescente. Tempo de brilhar – lua cheia. Tempo de analisar e finalizar- lua minguante. E outra vez e repetidamente.. A lua lê a sombra e a luz. Serenidade e ação. As marés, nossos corpos, nossas águas internas- os estados de influência e constante conexão. Observe: O sol – o labirinto é Ser/Estar. A Lua – o labirinto é Espelho. 32 é comunicação. Quando 5 [3+2] redireciona ao mundo das possibilidades, 8 de Copas convida a seguir em frente e estar aberto a mudanças de rotas.
[Carta 33]. A CHAVE. A trigésima terceira carta, o número 33[8 de Ouros]. Simboliza abertura de códigos. A chave está na mão e o poder para decidir tambem.. E quando se abre a porta, o que virá?.33 é número mestre de alta frequência. Vibra 6[3+3], número que correlaciona amor em todos os aspectos.. 8 de Ouros é o aprender fazendo. Dedicar-se com perseverança e foco.
[Carta 34]. OS PEIXES. A trigésima quarta casa, o número 34[Rei de Ouros]. Simboliza a abundância. A prosperidade que chega e multiplica. Aqui o alerta é Midas – o que tocar vira ouro – o zelar pelas palavras que são força criadora. 34 é número sorte e quando 7[3+4], acessa sabedoria com fartura.
[Carta 35]. A ÂNCORA. A trigésima quinta carta, o número 35 ( 9 de Espadas). Representa a segurança. A estabilidade e a firmeza no cenário diário. É star coerente com os propósitos e ter confiança ao navegar pelo caminho. 35 como número significa desenhar e realizar sonhos . [3+5:8] estão conectados a ações que suavizam os contornos. 9 de Espadas pede atenção para não se perder nos devaneios dos labirintos mentais. Lembre-se que é possível navegar seguro no presente quando se dá o salto no futuro e escolhe qual porto ancorar.
[Carta 36]. A CRUZ. Representa as transformações. A trigésima sexta carta, o número 36 [6 de Paus] e a última carta do Oráculo. Metamorfoses, nasce e renasce, cria e recria, termina e começa. 36 combina 3+6 em 9 que realizou todo o percurso para logo novamente reiniciar e dar continuidade a cocriação de um existir. O 6 de Paus diz que estamos no caminho correto, mas que ainda teremos muito que andar. Siga com confiança!
